Daqui a cinco anos, quando a Memória Organizacional for padrão, ninguém volta a aprender aquilo que a empresa já sabe. Uma decisão tomada num trimestre está disponível, com o raciocínio intacto, em todos os trimestres seguintes. Quem sai leva o seu salário, não a memória da instituição. Um sistema de IA age com o contexto completo de tudo o que a organização alguma vez decidiu, não porque ficou mais inteligente, mas porque finalmente consegue lembrar-se.
A organização deixa de recomeçar. Compõe. É esta a mudança inteira e, como todas as mudanças de infraestrutura antes dela, parecerá óbvia em retrospetiva e impossível de imaginar viver sem.